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Vamos todos ao teatro.
Desta vez para ver D. Maria, A Louca de Antonio Cunha. Criação de Maria do Céu Guerra com participação de Adérito Lopes. Direção Plástica, Cenografia e Figurinos de José Costa Reis.

A corte Portuguesa parte no mês de Novembro de 1807 para o Brasil. São 15000 almas embarcadas numa enorme frota para defender da Invasão Francesa a coroa e o corpo. Em Fevereiro de 1808 chega à Baía de Guanabara. O Principe Regente não autoriza o desembarque imediato de sua mãe a rainha louca.
D. Maria é durante dois dias uma rainha fechada no mar e passa em revista o casamento, a morte do filho, a sujeição à igreja, tudo o que foi a sua ação pública e privada e assusta-se com a chegada a uma terra que viu nascer e morrer Tiradentes o único homem sobre o qual ela usou o seu “direito de mandar matar”.
D. Maria está louca mas é dona de uma loucura que a protagonista define de forma magistral “a loucura não é uma porta que se nos fecha mas muitas janelas que se nos abrem, só que todas ao mesmo tempo”. A filha de D. José foi a primeira mulher que ocupou o trono. “Uma rainha num reino de homens”.
Ficha Artística e Técnica
Texto
Antonio Cunha
Encenação
Maria do Céu Guerra
Elenco
Maria do Céu Guerra, Adérito Lopes
Direção Plástica, Cenografia e Figurinos
José Costa Reis
Assistência de encenação
Marta Soares
Adereços
Nuno Elias
Desenho de Luz
Luis Viegas
Operação de Luz
Fernando Belo
Sonoplastia e operação
Ricardo Santos
Relações Públicas e Produção
Inês Costa
Secretariado
Maria Navarro
Costureira
Alda Cabrita
Montagem
Mário Dias
Ilustração cartaz
José Costa Reis
Design Gráfico
Inês Costa
Fotografias
MEF – Movimento de Expressão Fotográfica
“Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho”
Gandi
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